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01 Jan 1970

Costa quer o Interior a acreditar nas suas potencialidades

“Aquilo que vai fazer no futuro a diferença relativamente ao passado é a capacidade que tivermos de, a partir destas regiões [do Interior], sermos capazes de atrair, criar, fixar e desenvolver empresas que estejam vocacionadas para o mercado global”, apontou.

António Costa esteve na Covilhã, onde inaugurou as novas instalações de duas fábricas – uma do setor têxtil e outra da metalomecânica e produtos de luxo – e visitou algumas das empresas que estão instaladas no Parkurbis – Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã.

Exemplos de empresas que optaram por se fixar no Interior, mas que trabalham à escala mundial e com projetos ligados à inovação e conhecimento, o que para o primeiro-ministro é demonstrativo de que o desenvolvimento não está confinado aos grandes centros urbanos do litoral.

“Isto ilustra bem que não há nenhuma fatalidade para que as regiões do país que nos habituamos a chamar do Interior não sejam regiões que possam estar na linha da frente do desenvolvimento do país”, acrescentou.

Depois de lembrar o investimento que os territórios em causa têm realizado em termos de conhecimento e qualificação de recursos humanos, António Costa também considerou que a capacidade de continuar a afirmar o Interior “é um desafio que o país tem de prosseguir”.

“Quero por isso, senhor presidente, concluir como comecei: Muito obrigado por nos ter dado a oportunidade de poder testemunhar estes exemplos de excelência, da capacidade de atrair investimento, de fixar investimento, de desenvolver novos projetos empresariais”, referiu dirigindo-se ao presidente da Câmara da Covilhã, Vítor Pereira.